Testes de perfuração Powerbit - Virgínia, EUA

20 de Junho de 2016

Com sede em Chantilly, Virgínia, EUA, William A. Hazel, Inc. é um empreiteiro pioneiro no total desenvolvimento de sites. Eles encontraram rocha dura enquanto trabalhavam em projetos de infraestrutura para dar apoio a um surto populacional na área de Washington D.C. Como os bits de perfuração não estavam proporcionando a vida útil desejada, a empresa cedeu a uma solicitação da Atlas Copco para testar em campo os bits de perfuração para martelo de topo Powerbit.

“Esperávamos ver algo com o dobro da vida útil, mas estávamos obtendo muito mais com os Powerbits. Eles têm características antidesgaste excelentes”

Ricky Clatterbuck, Blasting Assistant Superintendent

Padrões típicos para o teste consistiram em 25 a 30 furos de desmonte de 89 mm (3 ½ pol.) de diâmetro e perfurados com o T45 até uma profundidade de 3 metros (10 pés). Vários metros de solo residual foram deixados no local como material de preenchimento sobre diabásio com dureza nominal de 275 MPa (40.000 psi). Manter o diâmetro do furo até o fundo é crucial, pois os cartuchos booster têm 70mm (2,75 pol.) de diâmetro, deixando uma coroa circular de apenas 9,5 mm (⅜ pol.) para explosivos do tipo emulsão. A retenção do calibre durante a vida útil do bit é uma preocupação prioritária que afeta o posicionamento preciso do booster, a uniformidade do carregamento do furo e até mesmo o tamanho da fratura e a eficácia geral da detonação. Uma perfuração rasa assim requer que as perfuratrizes entrem e saiam dos furos em rápida sucessão. Não é possível deixar tempo suficiente para descarregar o ar para resfriar a coluna de hastes, resultando em calor excessivo e decorrente redução da vida útil das ferramentas. As unidades de perfuração usadas no teste representaram vários dos principais fabricantes. Cada carreta de perfuração recebeu um Powerbit de 89 mm. O Powerbit não foi projetado como uma melhoria de projetos existentes, mas é resultado de projeto e pesquisa completamente novos, usando informações fornecidas por clientes desde o início. O grau do aço do corpo do bit e os materiais da base foram desenvolvidos tendo longevidade e alta qualidade em mente. A William A. Hazel, Inc. procurava um bit cujo preço fosse comparável à preferência atual, um bit que não era da Atlas Copco, mas que ultrapassasse a vida útil média de 120m (400 pés) em diabásio em pelo menos duas vezes mais: 240m (800 pés). Muitas vezes, o Powerbit triplicou a extensão média do bit, excedendo 365m (1.200 pés) e ainda mantendo o calibre de 89 mm em todos os casos. Não houve falha do bit durante o período de teste.


2016 Relato de cliente Ferramentas de perfuração de rocha